• Westh Ney Luz

A MÚSICA NA IGREJA – conceitos, princípios filosóficos e bíblicos no Velho e Novo Testamento.

Atualizado: 3 de Ago de 2019

Muitas pessoas hoje congregam em uma igreja sem saber quais as suas doutrinas. O conteúdo teológico e até doutrinário é ensinado pelas canções, cantos (hinos ou cânticos) que são veiculados pelas rádios chamadas evangélicas, que promovem cantores que são indicados pelas gravadoras, que os transformam em ícones ou ídolos, promovendo shows. Há uma confusão reinante, pois se na canção a palavra escrita citou Deus, fé, cruz, fogo vivificador, chuvas e alguns outros símbolos que estão na Bíblia, se os termos bíblicos estão presentes, então é digno de estar sendo cantado no culto, independente da denominação, da igreja. E muitos sem conhecimento das suas doutrinas querem empurrar ou fazer o mesmo em cultos nas suas igrejas locais. Não estou falando de jovens músicos. Estou falando de todos que fazem assim independentes da idade.


Tocou na rádio chamada evangélica, apareceu na TV em cultos-shows, achamos que seria bom para a nossa igreja. Tem coisa para ouvir, ficar feliz, alegre, mas nem tudo serve para um culto público. Nem tudo serve para a sua igreja ou mesmo denominação.

Muitos músicos cristãos estão em suas igrejas servindo a Deus e à sua comunidade, entregues completamente nas mãos de Deus, conscientes de como é importante a tarefa que o Senhor Deus colocou em suas mãos. Cantam, tocam dirigem cantos, participam de vários coros, orquestras e bandas, chamadas hoje “Gospel”.


Aliás, falando em Gospel – este é um termo hoje difundido como tudo o que se refere á algum material religioso, não só música e não somente restrito ao mundo evangélico, por exemplo, existem bandas de outros segmentos cristãos como as Bandas católicas que cantam Gospel.



Nos anos 90 este termo tornou-se, segundo a pesquisadora Dra. Magali do Nascimento Cunha como “uma cultura religiosa nova, um jeito de ser diferente daquele construído pelos evangélicos brasileiros ao longo de sua história. Novos elementos foram adicionados como resposta ao tempo presente, que é fortemente marcado pelas culturas da mídia e do mercado, e pelo crescimento de novos movimentos evangélicos, principalmente o pentecostalismo”. Diz ela ainda: “Uso o termo “gospel” para definir esse modo de vida porque ele emerge do fenômeno que ganhou corpo nos anos 90 – o movimento musical que detonou um processo e configurou algo muito maior. Surgiu uma forma cultural, um modo de vida gospel. Ele não é uma expressão organizada, delimitada; mas resulta do cruzamento de discursos, atitudes e comportamentos entre si e com a realidade sociopolítica e histórica. (...) testemunhamos uma ampliação, sem precedentes, do mercado religioso e de formas religiosas mercadológicas (...). Com isso, temos uma nova cultura experimentada, um novo modo de ser evangélico: privilégio à expressão musical, envolvimento no mercado e espaço para o lazer e o entretenimento.” Entrevista na íntegra em http://www.imbitubagospel.com.br/capa/os-evangelicos-criaram-um-novo-jeito-de-ser-afirma-pesquisadora-confira-a-entrevista/

Ainda mencionando Dra. Magali Cunha, recomendo a leitura da sua tese já editado em livro pela Mauad - “Vinho Novo em Odres Velhos" - Um olhar comunicacional sobre a explosão gospel no cenário religioso. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27134/tde-29062007-153429/pt-br.php

Em outra postagem desenvolveremos este termo.


Vamos nos deter um pouco mais na música:

Segundo o antropólogo Alan Merriam são dez as funções musicais na sociedade: expressão emocional, prazer estético, diversão, comunicação, Representação simbólica, resposta física, reforço da conformidade a normas sociais, validação de instituições sociais e rituais religiosos, contribuição para a continuidade e estabilidade da cultura, e preservação da integração social. Para a Filosofia da Música, segundo parâmetros estéticos, ela é referencialista, expressionista e formalista ou absolutista


Para que serve a música? Sim, para que serve a música na igreja? Como encaixar esta música nos serviços de culto? A música sensibiliza e atrai. Trabalha na emoção, mas música na igreja é um meio e não um fim nela mesmo. É para o louvor a Deus e também para chegar até as pessoas promovendo alívio, cura, prazer...


Em 1984, a AMBB – Associação dos Músicos Batistas do Brasil - escreveu um documento sobre a Filosofia e fundamentos da música na igreja. Este documento tem sido seguido pela maioria dos músicos batistas, que é a denominação que sirvo. Estudei em um Seminário Batista – o Seminário do Sul e todos que por lá passaram desde que o Curso de música Sacra foi criado (há 46 anos) seguem esta mesma filosofia. Este documento diz assim sobre Música Sacra: “A música sacra, tanto para o executante como para o ouvinte comunica a realidade de Deus, revela Deus a seus atributos, evoca uma resposta a uma revelação divina por parte das pessoas e cria condições para facilitar a ocorrência de experiências pessoas com Deus.


A música na Igreja é uma música funcional. Não é arte pela arte. É Arte com uma função. Assim nós acreditamos. Assim eu caminho. Música na Igreja é para Culto, Adoração, Glorificação e Louvor ao Deus - Pai, Deus- Filho e Deus - Espírito Santo. Música na Igreja é para ensino, edificação e crescimento cristão. É para consolo, conforto, testemunho, evangelização e proclamação da Palavra de Deus.

Há na Bíblia, que a nossa regra de Fé e prática, alguns textos que nos chamam, nos conclamam:

“A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.” (Colossenses 3.16).


“Cantai alegremente a Deus, nossa fortaleza; erguei alegres vozes ao Deus de Jacó. Entoai um salmo, e fazei soar o adufe, a suave harpa e o saltério.”

(Salmo 81.1, 2)


“Que fazer, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.” (1Coríntios 14)


Música na igreja é arte funcional. Cumpre uma missão. Dar vida aos textos bíblicos ou poéticos que servirão para reafirmar princípios bíblicos, doutrinas. Também servem para consolar, edificar e ensinar. Música na igreja é ministério e não palco e culto não é o momento para demonstração de performances, ou atuações as mais variadas e desconexas.

Música na igreja é para reforço das doutrinas e complemento da mensagem falada. Como alguém pode fazer música sacra em uma igreja cristã evangélica se não possuem esta fé? Será apenas um trabalho profissional artístico a mais.


Gosto muito desta citação de Campbel Morgan, que pincei do livro - A Cruz de Cristo -de John Stott, grande pregador e que termino o 1º capítulo do livro Culto Cristão – contemplação e comunhão, que diz:


"Só o homem crucificado pode pregar a cruz". Disse Tomé: "A menos que eu veja em suas mãos o sinal dos cravos... não crerei". O Dr. Parker de Londres, disse que o que Tomé disse acerca de Cristo, o mundo hoje está dizendo a respeito da igreja. E o mundo também está dizendo a cada pregador: A menos que eu veja em tuas mãos as marcas dos cravos, não crerei.


É verdade. Só o homem que morreu com Cristo, pode pregar a cruz de Cristo. Precisamos ter cuidado para não esquecer o porquê de estarmos servindo ao Senhor Deus com música na igreja. É a percepção do seu amor que nos faz olhar para a sua cruz, e seguir alegres com esta certeza pessoal: "Eu sei que o meu Redentor vive”


Levitas? Outro termo muito usado. Alguns gostam de se identificar assim. Este termo usado no Antigo Testamento para a classe sacerdotal não cabe hoje, como se os músicos de igreja e só eles fossem responsáveis por esta função. Hoje, na nova Aliança somos todos sacerdotes do Senhor. Sacerdotes para ajudar, apoiar a congregação, para levar a sua comunidade religiosa a reconhecer os atributos de Deus (Adoração) e demonstrar isto em cantos, orações, leituras bíblicas, posturas, atitudes que será o seu louvor.


Aliás, louvor não é adoração. Louvor é tudo o que você faz como resultado do seu reconhecimento de quem Deus é. Adorar é curvar-se diante do Eterno, prostrar-se, reconhecendo os seus atributos em completa submissão. Louvor é o resultado desta Adoração. Louvar é o resultado da constatação, do reconhecimento dos atributos de Deus – digno, único, onipotente, onipresente, onisciente, triúno, verdadeiro, justo, benigno, misericordioso... – agindo em direção ao outro em nome do Senhor. Louvar não é só cantar não. Alguns gostam de pensar que Deus habita no meio da música ou das canções. Deus habita no meio dos louvores. Louvor é andar, caminhar com Deus, é ser comprometido com o próximo em nome do Senhor, é ler a sua palavra, é exclamar e declarar a sua Fé, é tocar, é cantar.


Muitas palavras que usamos hoje como louvor na realidade teriam outros sentidos ou tradução ou interpretação. Vejam como exemplo estas: Yâdâ – substantivo – que pode ser confessar (credo), louvar, dar graças. Rûn é exaltar; Zâmar, louvar com instrumentos; zâkar é lembrar; kâbed, glorificar. Tôdâ é confissão, confissão de pecados, louvor, ação de graças, oferta de gratidão e sacrifício de louvor (que em Ne 12.8 significa ação de graças). Só por isto podemos perceber que louvor é a nossa adoração em ação: ação de graças, confissão de pecados, confissão de fé e tudo isso pode ser feito em silêncio, lendo ou recitando a Palavra, orando, testemunhando. Louvor é a nossa adoração em ação. É a sua adoração em ação.


Como é a sua Igreja? Bem, então ela tem uma declaração doutrinária que ela, a igreja segue. Você conhece a declaração doutrinária da sua Igreja? Quero ressaltar, destacar a Bíblia, pois seus princípios registram a revelação que Deus fez em linguagem humana e sua interpretação sempre deverá ser trazida à luz da pessoa de Jesus Cristo e dos seus ensinos. Sua igreja é assim? Os cantos que ela entoar devem refletir isto.

Mas tem também algo mais. A sua igreja local, está inserida em um bairro, com uma história e com um passado histórico-emocional-cultural só dela. Único. O que outras igrejas cantam, mesmo da sua denominação, talvez não seja o que a sua comunidade religiosa esteja precisando. Já pensou nisto?


Bem, então o que será que devemos cantar? Como cantar? Com nossos cantos ensinamos, doutrinamos, consolamos, proclamamos as verdades de Deus e sua Palavra. Quando cantamos estamos orando junto, dizendo ao Senhor das nossas necessidades e tribulações. Também dizemos ao Senhor do nosso amor por ele. Quando um grupo entende e sente assim, pode ajudar e levar todo o povo a fazer o mesmo. Os cantos não podem ser só diretamente também falando a Deus ou Cristo. Eles precisam também falar ao coração do irmão, testemunhando do poder do seu amor. Cantos de comunhão, que falem sobre as nossas diferenças e ao mesmo tempo mostrem que o que nos une é mais forte do que o que nos separa. Somos diversos, mas o Espírito Santo que nos chamou para a Salvação e para a boa obra é o mesmo. Este Espírito de Deus é que nos une em amor. E onde o Espírito de Deus habita, há amor, bondade, domínio próprio, paz, paciência, alegria, fidelidade, amabilidade. (lembram do fruto do Espírito em Gálatas 5. 22 e 23?).

Vamos cantar a Redenção do homem realizada na Cruz de Cristo. Cantemos este amor que nos faz irmãos, cantemos sobre Jesus e seu maravilhoso olhar e perdão, seus ensinamentos, sua verdade, sua justiça, suas leis e seu caminho que não é tão fácil, mas é o único para a Salvação. Cantemos sobre a presença do doce Espírito Santo que nos guia em toda a verdade, que nos constrange chamando cada ser humano para uma nova vida.


Na Bíblia há exemplos de canções.

O cântico de Moisés – Êxodo 15.1-19 – foi o primeiro cântico registrado na Bíblia, após a passagem do mar vermelho. Um canto de vitória e gratidão.

Há também o cântico de Débora em Juízes 5. 2-31, o lindo e significativo cântico de Ana - 1Samuel 2.1–10 e o cântico de Davi em 2Samuel 22.2–51.


Quanto aos coros no Velho Testamento (leia na sua Bíblia os textos indicados):

  • eram bem vestidos - 1Crônicas 15.27,

  • o regente preparado, Quenanias – 1Cr 15.22 e 27;

  • Cantores e orquestra - 1Cr 15.16;

  • Coro Feminino - 1Samuel 18.6 e 7;

  • Coro de Salomão – 4.000 - 1Cr 23.5;

  • Coro de Zorobabel, misto, 200 vozes – Ed 2.65; 3.10,11;

  • Grande coro, 288 vozes – 1Crônicas 25. 5 – 7;

  • Pequeno grupo – 1 Samuel 10.5;

  • Misto, 245 vozes – Neemias 7.67;

  • Coro de Davi, 17 vozes –1Cr 15.19-22;

  • Coros de Neemias – Neemias 12. 27 – 47;

  • Empregados - 1Cr 9.33;

  • Coro militante - 2 Cr 20.21;


No Novo Testamento existe o belíssimo canto de Maria - Lucas 1.46 –56 – que demonstra como aquela jovem conhecia a Palavra, pois seu cântico é baseado no de Ana em 1Samuel 2.1–10 (faça esta comparação). Há o Cântico de Zacarias - Lucas 1.67-80; o Cântico dos anjos - Lucas 2. 14-19, o Cântico de Simeão - Lucas 2.29-32 e muitos pequenos hinos em Romanos, no Apocalipse e o exemplo da importância da música quando Paulo e Silas cantam na meia-noite da vida deles. Esta passagem está em Atos 16.25


O maior livro da Bíblia: Salmos - o hinário do povo hebreu. Salmos são atribuídos a Davi; 11 a Asafe: 50, 73-83 e Hemã: 88; 12 aos filhos de Coré:42 49,84,85,87,88; 4 a Etã: 89 e 39, 62, 77 (Jedutum); 2 a Salomão: 72 e 127; Moisés: o Salmo 90; Ageu:145-148; Zacarias: 137,138; Esdras – o compilador (119?); Ezequias escreveu 10; outros são anônimos.


Quando falamos em adoração muitos pensam em louvor, culto no templo, solos, encontros gospel, grandes shows, cantos, muitos cantos... Porque será que confundimos tanto?

A Bíblia diz em João 4.23 que o Pai procura por verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Louvor então será o resultado da adoração, pois para adorar e louvar e cultuar, o ser humano precisa ser nascido de Deus e este toque só poderá ser dado através do Espírito de Santo, pois como adorar o que não conhecemos? Em João 4.22 - “Disse Jesus: Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos.”.

Precisamos ter cuidado para não sermos limitadores da vontade de Deus na vida das pessoas, impondo sobre elas regras, maneiras e costumes que consideramos como as mais corretas para adorar, louvar e cultuar. Precisamos entender como é a nossa comunidade. Eles vivem na zona rural? Em comunidades (favelas, morros)? Em zona urbana (asfalto)? Professores, profissionais liberais, ou operários? Adultos, crianças, jovens ou idosos? Quais as suas características culturais? Existem alguns impedimentos ou bloqueios de ordem emocional, psicológica? O que realmente tem significado para as pessoas da sua região, bairro ou cidade? Como é o entorno da igreja, quais os valores religiosos, valores sociais, culturais, os interesses comuns, o cotidiano, os sonhos?

Verifique como anda o seu relacionamento horizontal, isto é, com o seu próximo. Muitos esquecem desta dimensão que existe na adoração, fixando seu olhar apenas na direção vertical, que é de contemplação. Nossa visão de Deus precisa nos impulsionar na tomada de atitude de ir em direção do outro, do meu irmão, servindo ao Senhor. Em 1Jo 2.10 e 11 temos: “Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” Como você tem agido?


Como posso dizer que amo a Deus? João diz que quem diz que está na luz, mas odeia a seu irmão, este continua ainda nas trevas, na escuridão e não vive na luz, por isto errando o caminho ou alvo para as nossas vidas, pois estamos sem luz. Isto significa que não adiantou falar tudo isto até agora, se não temos Cristo, que é a luz do mundo e não amamos também o nosso irmão.


Que a Graça maravilhosa de Jesus esteja sobre sua vida para guardá-la de todo o mal, ensinando e guiando você para um caminho mais excelente.

Paz de Deus para todos! –


Westh Ney Rodrigues Luz – Ministra de música, profª do Seminário do Sul (STBSB/FABAT) nos cursos de Música e Teologia, membro da Igreja Batista Itacuruçá, redatora da revista de música Louvor e regente dos Coro feminino Cantares e coro masculino do Seminário do Sul/FABAT.

.......................................................................................................................

Bibliografia para consultas sobre o assunto:

ALLMEN, J. J. von. O culto cristão. São Paulo: ASTE, 1968.411p.

AMORESE, Rubens Martins. Celebração do evangelho. São Paulo: Editora Abba.

BASDEN, Paul. Estilos de louvor. São Paulo: Mundo Cristão, 2000.190 p

COELHO FILHO, Isaltino Gomes. O livro de Levítico. Em O Pentateuco e sua contemporaneidade. Rio de Janeiro: JUERP, 2000. p.99-118.

____________________________. Teologia dos salmos – princípios para hoje e sempre. Rio de Janeiro: JUERP, 2000.155p.

FAUSTINI, João Wilson. Música e adoração. São Paulo: Imprensa Metodista,1973. 147p.

FREDERICO, Denise Cordeiro de Souza. Cantos para o culto cristão. São Leopoldo: Sinodal, 1997. 414p.

____________________________. A música na Igreja Evangélica Brasileira. RJ: MK, 2007. 288p

HUSTAD, Donald. Jubilate! A música na igreja. SP: Vida Nova, 1986. 386p.

LUZ, Westh Ney e GUSMÃO, Leila. Culto Cristão – contemplação e comunhão. RJ: JUERP, 2003.204p.

MARASCHIN, Jaci. A beleza da santidade: ensaios de liturgia. São Paulo: ASTE, 1996. 167p.

MARTIN, Ralph. Adoração na igreja primitiva. São Paulo: Vida Nova, 1982. p.30-31.

MC COMMON, Paul. A música na Bíblia. Rio de Janeiro: JUERP, 1963. 147 p.

MULHOLLAND, Edith Brock. Hinário para o culto cristão – Notas históricas. RJ: JUERP, 2001. p.313-315.

SHEDD, Russel P. Adoração Bíblica. São Paulo: Vida Nova, 1987. 170 p.

STOTT, John. A Cruz de Cristo. São Paulo: Vida,1991.358p.

WHITE, James. O que queremos dizer com culto cristão? Em Introdução ao Culto Cristão. S. Leopoldo: Sinodal, 1997.267p.

81 visualizações
LOCALIZAÇÃO

Telefone

(21) 2107-1833

(21) 2107-1823

R. José Higino, 416 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 20520-200

 

musica@semináriodosul.com.br

CONECTE-SE